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Denuncian que foráneo acapara lotes en Itanará,Canindeyú.

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Uno de los pobladores de la localidad denominada San Ramón, de Itanará, departamento de Canindeyú, denuncia que un colono brasileño ya habría adquirido gran parte de las tierras de la zona que fuera entregada por el Indert a los labriegos paraguayos.

El nombre del supuesto comprador de las fincas es Valdemir dos Santos Pereira, alias Perna” quien tendría frondosos antecedentes en su país, por lo que adoptó otra identidad en Paraguay y obtuvo una cédula paraguaya.

Según datos extraoficiales, el citado inmigrante sería un protegido de la diputada colorada Cristina Villalba de Abente, por lo que es considerado “intocable” en la zona y, por ende, contaría además con la indiferencia de los policías locales hacia lo que haga.

De acuerdo con lo señalado por un antiguo poblador del lugar, identificado como Mario Martínez, los lugareños se sienten abandonados por el Gobierno. Dijo que “el brasileño conocido como Perna está comprando ya toda la comunidad”. “La gente vende. En diferentes sectores, está comprando alrededor de 600 hectáreas. Nosotros queremos recuperar de nuevo nuestras tierras, ya no tenemos donde cultivar”.

Valdemir dos Santos dialogó con nosotros por teléfono y negó haber comprado la colonia San Ramón. A simple vista, durante un recorrido se aprecia que parte de la colonia ya fue convertida en estancia. Los habitantes esperan que el Indert intervenga en la denuncia, dijeron. abc

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FRONTEIRA.Testemunha executada em Paranhos pode ligar caso ao narcotráfico no Paraguai

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Narcotraficante seria apontado como mandante do crime.
Mesmo sem ligação direta, a investigação do atentado a tiros contra Dirceu Bettoni (PSDB), prefeito de Paranhos, pode ‘encostar’ na atuação do narcotráfico em território sul-mato-grossense e paraguaio. A cidade faz divisa seca com o Paraguai, e vive em clima de faroeste desde o ataque, na última quinta-feira (14).

Nos últimos anos, os moradores de Paranhos assistiram a uma chacina e à execução de um policial civil, entre outros crimes violentos. Agora, relatam que evitam sair de casa e muitos andam armados.

Uma testemunha foi executada em praça pública no domingo (17), na frente da Delegacia de Polícia Civil onde tinha acabado de testemunhar. Os policiais brasileiros ouviram os tiros, mas nem tiveram tempo de fazer algo. No local, acharam 37 cápsulas de munição de pistola nove milímetros e oito de ponto quarenta, que mataram o homem logo após o interrogatório.
Já o ataque ao prefeito tucano foi feito com um revólver 32, considerado de uso ‘doméstico’ na fronteira e pouco adequado para um atentado de pistoleiros profissionais.

‘Treme Terra’
O homem fuzilado depois de falar com os policiais civis, Jomar Lemes ou Jomar Alcange de Oliveira, já que ele tinha duas identidades, descobertas após a morte, seria funcionário de ‘Treme Terra’, apontado pelas autoridades paraguaias como narcotraficante.

MATERIA NO JORNAL PARAGUAIO. AQUI.

Policiais da Unidade Especializada de Combate ao Narcotráfico de Curuguaty (Unidad Especializada en la Lucha contra el Narcotráfico de Curuguaty) apontam ‘Treme Terra’ como arrendatário de uma área onde flagraram 17 hectares de plantação de maconha, em junho de 2017.

No ano anterior, também encontraram dois corpos incinerados em uma casa que seria dele em Puente Kyjhá.

FOTO. ‘Treme Terra’
Segundo informações do ABC Color, ‘Treme’ teria nacionalidades brasileira e paraguaia, e está implicado em diversas ações judiciais e disputas por posse de fazendas em regiões como Chaco, pantanal paraguaio.

Em comentário na notícia do jornal paraguaio, no entanto, um advogado paraguaio rechaça as acusações. Segundo ele, ‘Treme’ é que teria, na realidade, denunciado a existência da plantação de maconha na área arrendada, já que o cultivo estaria sendo realizado em uma mata de reserva ambiental da fazenda arrendada.

Ainda segundo o advogado, o flagrante contra ‘Treme Terra’ teria sido plantado por pessoas com quem ele estaria em disputas judiciais.

Uma das linhas de investigação sobre a motivação para os tiros de 32 disparados com o prefeito peessedebista do município sul-mato-grossense, segundo apurou a reportagem, é justamente uma disputa envolvendo suposta venda de fazenda pelo prefeito.

Segundo apurado, o suposto mandante do crime não teria feito o pagamento da propriedade, e por isso, o prefeito protocolou ação na Justiça Paraguaia, que teria bloqueado os bens do comprador. Oficialmente, a Polícia Brasileira não fala sobre o assunto, nem confirma as linhas de investigação.

Velho Oeste
Após o atentado contra o prefeito, o clima na cidade que faz fronteira com o Paraguai é de um verdadeiro ‘velho oeste’, a definição dada por moradores do município. Com clima de medo muitas pessoas começaram a andar armadas na cidade. O Jornal Midiamax entrou em contato com alguns moradores que relataram que a insegurança e o medo se instalaram depois da tentativa de homicídio contra Dirceu.

“Saio na rua só se for muito necessário, porque tenho muito medo depois de tudo que aconteceu”, disse um morador, que por razões de segurança não foi identificado na matéria. Segundo ele, muitas pessoas estão andando armadas e qualquer fato já é motivo para “mandar bala”. Agora o que está acontecendo é “atira primeiro e pergunta depois”, disse um servidor.

Casal preso
Um casal identificado como Gabriel Queiroz, 26 anos, e Djuly Priscilla Couto, 28 anos, foi preso na madrugada do último domingo (17), na BR-163, em Rio Brilhante, quando vinha para Campo Grande. Eles são acusados pelo atentado.

O autor dos disparos confessou que teria recebido R$ 20 mil de um homem identificado apenas como um brasileiro que vive no Paraguai para executar o crime. A moto utilizada pelo casal no crime foi encontrada pela Polícia ainda na quinta-feira, a poucas quadras da casa do prefeito de Paranhos.

O atentado
O crime ocorreu na última quinta-feira (14). O prefeito Dirceu Bettoni (PSDB) sofreu o atentado enquanto chegava em casa em sua caminhonete. Ele recebeu disparos no maxilar, pescoço, ombro e abdômen.

O prefeito foi levado ao Hospital Municipal Nossa Senhora Conceição. Ele foi socorrido pelo vice-prefeito da cidade e por familiares que escutaram os disparos, e está fora de risco.
MIDIAMAX

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FRONTERA. HOMICIDIO EN ITANARA, CANINDEYU

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El hecho ocurrió el día de ayer alrededor de las 18.50, a 25 kilómetros del casco urbano de la ciudad de Itanará, en el interior de un establecimiento rural, lindante con la estancia Arroyo Morotí.

La víctima, identificada como Ramón Oliveira Benítez, fue encontrada en el habitáculo de su camioneta, de la marca Toyota, tipo Hilux, sin signos de vida. El rodado se encontraba encendido, con las luces prendidas y la puerta del acompañante abierta.
Justamente una persona que estaba con el fallecido dijo a los efectivos de la Policía Nacional que se hallaba en el rodado y que en un momento dado, cuando descendió, escuchó varios disparos. Decidió correr, sin lograr visualizar a nadie, según explicó.
Oliveira es conocido en los negocios que guardan relación con la ganadería.
Personal del Departamento de Investigaciones de la Policía Nacional, el médico forense y el agente fiscal Jorge David Romero intervinieron en el lugar.
El cuerpo fue trasladado hasta el puesto de salud de la ciudad de Ypejhú para su mejor verificación.
Portal De Ygatimí CN

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Frigoríficos no logran bajar precios del ganado

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La intención de las industrias frigoríficas de reducir los precios del ganado no prosperan, ya que la limitada oferta sigue manteniendo la firmeza en el mercado, de acuerdo al reporte del medio argentino Valor Carne.

En los últimos 10 días en el Paraguay los valores se mantuvieron en los niveles precedentes de US$ 3,10 el kilogramo (peso al gancho) en el caso de los novillos aptos para exportación de carne a la Unión Europea (UE). No obstante, el mercado sigue en un tenso equilibrio, con menor oferta y un esfuerzo de la industria por reducir las cotizaciones, reportó Valor Carne.

La comisión de industrialización, comercialización y promoción de carne de la Asociación Rural del Paraguay (ARP) informó que en el último mes se registró un incremento del 3% en los precios al gancho de los novillos.

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FAENAS

El volumen de faena de bovinos en los frigoríficos exportadores experimentó un crecimiento del 3% hasta el séptimo mes del año, según el informe de la Cámara Paraguaya de Carnes (CPC). Entre enero y julio de este año las industrias cárnicas sacrificaron 1.243.000 cabezas, informó Juan Carlos Pettengill, presidente del gremio.

El empresario informó que hubo una reducción en el peso promedio de carcaza de los animales faenados hasta el séptimo mes del año. Entre enero y julio de este año el peso medio fue de 235 kilogramos (al gancho), que representan unos 9 kilogramos menos por cabeza que el promedio del mismo período del año pasado, que fue de 244 el kilogramo (al gancho). Se espera que en estos meses repunte el peso promedio, destacó el presidente del gremio.
LA NACION

TURU REMATES
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