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JOMAR LEMES FOI EXECUTADO COM 37 BALAZOS DE 9MM E PONTO 40 NO CENTRO DE PARANHOS

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Testemunha de atentado a prefeito é executada a tiros ao sair de delegacia
Caso aconteceu no começo da tarde deste domingo (17), no cruzamento das ruas 7 de Setembro com a Alberto Ratier, no Centro.

Após prestar esclarecimentos sobre o atentado ao prefeito de Paranhos, Dirceu Bettoni (PSDB), Jomar Lemes foi executado a tiros de pistola 9 milímetros e pistola ponto 40 ao sair da delegacia de Polícia Civil no município que investiga o crime. O caso aconteceu no começo da tarde deste domingo (17), no cruzamento das ruas 7 de Setembro com a Alberto Ratier, no Centro de Paranhos, distante 469 quilômetros de Campo Grande.

Conforme a Polícia Civil, Jomar havia acabado de prestar depoimento e voltava para a casa, quando foi abordado pelos atiradores em um veículo. Ele foi atingido por vários tiros, principalmente na região da cabeça. No local, foram recolhidas 37 capsulas de pistola 9 milímetros e oito de ponto 40. A vítima era natural do Paraguai, mas residia em Paranhos no Brasil.

Jomar foi morto horas depois que o pistoleiro Gabriel Queiroz, 26 anos, e a mulher dele, Djuly Priscilla Couto, 28 anos, suspeitos pelo atentado ao prefeito, foram presos por equipe do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), na BR-163, na região de Rio Brilhante.


FOTO.o pistoleiro Gabriel Queiroz
Gabriel, que tem várias passagens por roubo e disparo de arma de fogo, recebeu R$ 20 mil do mandante para executar o crime. Segundo o delegado do Garras, Fábio Peró, o nome do mandante e a motivação do crime não serão divulgados para não atrapalhar as investigações.

Caso – Na noite da última quinta-feira (14), Dirceu chegava em casa na Rua Marechal Dutra, no Centro de Paranhos, quando foi surpreendido pelos atiradores. Os familiares da vítima escutaram ao menos seis tiros, sendo que três (de revólver calibre 38) atingiram o prefeito na cabeça, boca e abdômen. A vítima foi socorrida para hospital da cidade e depois transferido para unidade de saúde de Dourados, onde continua internado. CGNEWS

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Neneco será juzgado por narcotráfico en Paraguay

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Vilmar “Neneco” Acosta, exintendente colorado de Ypejhú, preso en Tacumbú por el asesinato del periodista Pablo Medina y de Antonia Almada, podrá ser juzgado por narcotráfico gracias a una sentencia de la Justicia brasileña.

CURUGUATY, Canindeyú (Alberto Núñez Barreto, corresponsal). El juez penal de garantías de esta ciudad, Carlos Martínez, informó que la Procuraduría General Federal del Brasil dio su dictamen favorable para la extensión de la extradición para el juzgamiento de Vilmar Neneco Acosta Marques por narcotráfico. En su propiedad había sido hallado un centro de acopio de marihuana, en Ypejhú, en octubre de 2014.

“Recibimos la comunicación de la Justicia del Brasil. El Ministerio Público Federal ha emitido su parecer favorable, lo cual significa que Vilmar Acosta va a poder ser investigado y condenado por narcotráfico aquí, en Paraguay. Esta comunicación es ante el pedido que hicimos ante el Supremo Tribunal Federal del vecino país; es un paso muy importante para nuestra labor”, indicó el magistrado Martínez.

Ahora resta aguardar que el presente proceso sea incluido en la agenda de juzgamiento de la Segunda Sala del Supremo Tribunal Federal (STF) del Brasil, ocasión en la cual la ministra relatora, Carmen Lúcia Antunes, deberá emitir su voto junto a los demás miembros, dice una parte de los escritos facilitados a nuestro diario.

El informe es en el marco de la solicitud de extensión del pedido de extradición del ciudadano paraguayo Vilmar Acosta Marques, causa caratulada “Vilmar Acosta Marques, Wilson Acosta Marques, Vidal Acosta Marques y Diego Antonio Candia Amarilla, sobre supuesto hecho punible de recolección, fabricación y procesamiento de estupefaciente y trasgresión a la ley de armas”.

El 22 de octubre de 2014, una comitiva fiscal-policial encontró varios campamentos precarios y centros de acopio de marihuana en la “Estancia 2 Naciones” de Ypejhú, propiedad de la familia Acosta, vinculada al asesinato de Pablo Medina y de su acompañante, Antonia Almada, ocurrido el 16 de octubre de 2014. 

Wilson Acosta Marques fue reconocido por una testigo del caso como el autor material del doble homicidio, y la pesquisa descubrió que el intendente de Ypejhú, Vilmar “Neneco” Acosta, fue el autor moral. También estaría implicado uno de los sobrinos, Gustavo Acosta Gadea.

Respecto al caso de narcotráfico, en el lugar de la intervención policial-judicial fueron halladas prensas, cintas para embalar, bombas “cazabobo”, grandes bolsas llenas de marihuana y una escopeta.

Condenado a 39 años

Vilmar Neneco Acosta, político apadrinado por la diputada colorada Cristina Villalba, fue condenado a 29 años de prisión y 10 años como medida de seguridad al ser hallado culpable como instigador del homicidio del periodista Pablo Medina y su acompañante Antonia Almada. La sentencia fue ratificada por la Cámara de Apelaciones de Canindeyú, al considerar que no había dudas en cuanto a su participación. La medida de seguridad fue por la alta probabilidad de volver a cometer este delito. ABC

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Ypejhú

PARANHOS.Na carreira há uma década, traficante rival de Piloto fugiu da prisão em 2017

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Edson Ximenes Pedro, o “Pelincha”, foi preso pela primeira vez em 2007 como batedor de uma caminhonete carregada de droga em Campo Grande

Geisy Garnes
Equipes policiais durante operação nesta manhã (Foto: Divulgação)

Equipes policiais durante operação nesta manhã (Foto: Divulgação)

Edson Ximenes Pedro, o “Pelincha”, apontado pela polícia como um dos fornecedores de drogas e armas as favelas do Rio de Janeiro, atua como traficante na fronteira de Mato Grosso do Sul há pelo menos 12 anos. Alvo da Operação Bad Family, realizada em três estados brasileiros nesta quinta-feira (17), o suspeito é foragido da justiça carioca desde maio de 2017.

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O histórico de “Pelincha”, hoje com 33 anos, no tráfico começa em 2007, quando foi preso pela primeira vez em Campo Grande. Naquela época foi flagrado por policiais rodoviários federais com o pai, Aparecido Dias Pedro, fazendo o serviço de batedor para uma caminhonete S-10, carregada com maconha e haxixe.

Na delegacia, confessou ser o dono do veículo e o responsável pela droga. Edson detalhou que era a quarta vez que traficava e que na ocasião venderia pouco mais de 21 quilos de maconha e um quilo de haxixe em Cuiabá, capital do Mato Grosso.

Em depoimento, o traficante contou que comprou a droga de um paraguaio na cidade de Paranhos – a 469 quilômetros de Campo Grande – onde morava com a família. Pagou R$ 30 pelo quilo da maconha e R$ 1,8 mil por 2.500 “bolinhas” de haxixe. Para levar a droga ao Mato Grosso, contratou Celestino Inácio Rohenkohl.

A S-10 – que estava no nome do irmão de Edson, que também é alvo da operação de hoje – foi preparada na fronteira e a droga escondida dentro do tanque de combustível. Para a polícia, detalhou que era a terceira vez que contratava Celestino para o “serviço” e que pagaria R$ 2,5 mil para ele dirigir a caminhonete.

Já naquela época, Edson relatou que venderia a droga para o “cara de uma favela” por um preço muito superior ao que comprou: cerca de R$ 250 o quilo da maconha e R$ 3 cada bolinha de haxixe, somando um lucro de R$ 7,5 mil.

Apesar de todos os detalhes repassados por ele na delegacia, em julgamento, negou o crime. Ainda assim foi condenado a 5 anos de prisão. “Pelincha” voltou a ser preso em 2013, desta vez no Rio de Janeiro, também por tráfico de drogas.

Lá, foi condenado a seis anos de cinco meses de prisão. Em dezembro de 2016 saiu do regime fechado para o semiaberto, cumpriu a pena por pouco mais de cinco meses e em maio de 2017 fugiu da prisão. Em outubro do ano passado voltou a ter a prisão preventiva decretada e desde então é procurado pela polícia do Rio de Janeiro.

Agora, as investigações da Operação Bad Family, realizada pela 25ª DP (Delegacia de Polícia) do Rio, apontam Edson e vários familiares como integrantes de uma quadrilha responsável por abastece em larga escala as principais comunidades da região metropolitana do Rio com drogas e armas.

Segundo a polícia, com o auxílio da esposa, irmãos e cunhado, “Pelincha” fornecia mensalmente cerca de duas toneladas de maconha e meia tonelada de cocaína aos complexos do Alemão, da Maré, do Lins e Jacaré, além dos municípios de Cabo Frio e Nova Friburgo, no interior do Rio, e em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo.

Com vendas de drogas em atacado a quadrilha movimentava valores que ultrapassavam R$ 200 milhões ao ano.

Edson é ainda, segundo a polícia, um dos principais concorrentes de Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto, que atuava no Paraguai no envio de drogas e armas para o Rio. Líder do Comando Vermelho, o traficante foi expulso do país no dia 19 de novembro após assassinar uma jovem de 18 anos dentro da cela em que estava preso.

Nesta manhã são cumpridos 19 mandados de prisão: quatro no Mato Grosso do Sul, dois no Espírito Santo e 13 no Rio de Janeiro. Conforme apurado pelo Campo Grande News, três pessoas foram presas no MS. CGNEWS

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Ypejhú

DOF, PC, PM e CGPA Operação da Sejusp em Sapucaia, Paranhos e Sete Quedas hj sem data para terminar…

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DOF, PC, PM e CGPA Operação da Sejusp em Sapucaia, Paranhos e Sete Quedas hj sem data para terminar…

YPEHJÚ. Un feroz operativo se encuentra realizando el Destacamento de Operación de Frontera (DOF) en la ciudad fronteriza de Paranhos Brasil a unos 100 metros de la ciudad de Ypejhú en busca de los sicarios del Primer Comando da Capital (PCC).

Operativos cerca de Ypejhú

YPEHJÚ. Un feroz operativo se encuentra realizando el Destacamento de Operación de Frontera (DOF) en la ciudad fronteriza de Paranhos Brasil a unos 100 metros de la ciudad de Ypejhú en busca de los sicarios del Primer Comando da Capital (PCC).

Según datos alas que accedimos, es a raíz de las constantes publicaciones sobre la zona en donde podrían estar estos atacantes que tomaron Ypehjú y destruyeron casas y vehículos

De acuerdo a los primeros informes, los agentes policiales del vecino país realizaron los operativos en varias patrulleras con apoyo de un helicóptero.

Los lugareños de Ypehjú dijeron a este diario que escucharon disparos de armas de grueso calibre durante unos minutos; al parecer la policía brasileña intervino una vivienda, señalaron los vecinos.

Según nuestra fuente, los agentes policiales brasileños se encuentran abocados a la tarea de investigación para lograr la captura de los 60 sicarios que ingresaron a Ypehjú el pasado 19 de diciembre para atacar las viviendas de la familia Alderete Peralta en donde utilizaron granadas de mano y bombas, buscaban a Diego Alderete a quien pretendían matar, según las investigaciones.

El Director de Policía de Canindeyú comisario Vidal Achucarro, señaló que no tiene conocimiento del operativo porque no es un operativo en conjunto, pero señaló la policía paraguaya se encuentra trabajando en Ypehjú con personal suficiente, inclusive con apoyo del Grupo Especial de Operaciones (GEO), aseveró el alto jefe policial.

Las autoridades brasileñas están detrás de la captura del capomafioso Sergio de Arruda Quintiliano, alias Minotauro, quien utiliza un documento de identidad paraguayo a nombre de Celso Matos Espínola. Supuestamente, el presunto líder narco cuenta con el respaldo de la organización criminal brasileña Primer Comando da Capital (PCC) para operar y pretende tomar el control del narcotráfico en la frontera seca.ABC

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