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Brasil deve colher 117,3 milhões de toneladas de soja

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Brasil deve colher 117,3 milhões de toneladas de soja
USDA indica que Brasil deve produzir 2,5 milhões de toneladas a mais de soja do que o previsto no último relatório
O boletim mensal divulgado nessa quinta-feira (12.07) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indica que o Brasil deverá ter uma colheita de aproximadamente 120,5 milhões de toneladas de soja, 2,5 milhões de toneladas a mais do que no último relatório, fechando com um estoque final de 24,65 milhões de toneladas. A alta também será sentida nas exportações da oleaginosa que devem chegar a 75 milhões de toneladas, quase 3 milhões a mais do que o previsto anteriormente.

A projeção também foi aumentada para a safra da soja norte-americana, que chegará a 117,3 milhões de toneladas, cerca de 1 milhão de toneladas a mais do que o estipulado pelo USDA no último levantamento, assim como os estoques, que passaram de 10,48 milhões para 15,77 milhões de toneladas. Por outro lado, as exportações dos EUA tendem a diminuir, passando das 62,32 milhões de toneladas para 55, 52 milhões de toneladas.

Em relação ao milho, o USDA indica que o nível de colheita brasileira será de 96 milhões de toneladas, mantendo o mesmo número que foi projetado no mês passado. As exportações também devem se manter, somando 21 milhões de toneladas e os estoques tendem a aumentar cerca de 1 milhão de toneladas, chegando ao total de 9,22 milhões de toneladas.

Quanto a oferta e demanda de milho nos EUA, a previsão é de uma alta de 5 milhões de toneladas em relação ao último levantamento, com as importações se mantendo em 1,27 milhão de toneladas. Apesar disso, os estoques finais do grão devem diminuir, passado de 40,07 milhões de toneladas para 39,43 milhões de toneladas.

A nível mundial, a perspectiva de produção da soja deve atingir as 359,49 milhões de toneladas, contra 355,24 milhões do último relatório e os estoques finais devem aumentar em cerca de 9 milhões de toneladas. Os dados globais do milho também sofreram alteração, com a produção chegando 1,054 bilhões de toneladas e os estoques finais contabilizando cerca de 151,96 milhões de toneladas.

Fonte: Agrolink

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Produtores do Brasil temem sobra de grãos com acordo entre China e EUA

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Receio é que Pequim passe a priorizar produtos agrícolas americanos, em detrimento dos brasileiros24 de março de 2019 às 09:03 
Por Estadão ConteúdoCompartilhe:TwitterFacebookGoogle PlusLinkedInE-mail

Soja no porto exportação
Foto: Governo Federal

Um eventual acordo entre China e EUA colocando fim à guerra comercial já causa tensão no setor agrícola brasileiro. “E a preocupação é grande, não é pequena, não”, diz o diretor-geral da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), Sergio Mendes.

O receio é que Pequim passe a priorizar os produtos agrícolas americanos em detrimento dos brasileiros. Desde a trégua anunciada pelos dois países em dezembro, as vendas de soja dos EUA para a China subiram.

Em 2018, o Brasil foi um dos maiores beneficiados pela guerra travada entre os dois países. O país exportou 82,8 milhões de toneladas de soja, alta de 21% ante 2017. “Os números de 2018 são completamente fora da curva. Vendemos sem concorrência e a guerra comercial foi preponderante”, afirma Mendes.

A Anec estima exportar 70 milhões de toneladas neste ano, volume que pode diminuir se o acordo entre China e EUA for muito favorável aos americanos. Os EUA estão com estoque alto de soja e poderiam vender para a China já neste primeiro semestre, concorrendo com Brasil e Argentina – a safra dos países da América do Sul é no começo do ano, enquanto a americana é no segundo semestre.

Da soja exportada pelo Brasil, 82% foram para a China, quase dez pontos percentuais a mais que em 2017. Segundo Mendes, como a China compra quase a totalidade da produção brasileira, o país não terá para onde destinar seus grãos caso os orientais reduzam suas importações.

O produtor Valdir Edemar Fries, de Itambé (PR), calcula que vai exportar 21% a menos neste ano. Ele ainda não estimou a perda em receita, mas acredita que superará esse percentual. “Além de ter produzido menos por causa da estiagem, o acordo branco (informal) entre China e EUA já afeta a cotação. Há dez dias a soja estava a R$ 71 a saca. Hoje, não passa de R$ 67,50”. Na safra 2017/2018, Fries conseguiu média de R$ 72,50 por saca.

A estiagem que afetou a produção de soja no Paraná, segundo maior produtor brasileiro, atingiu também as lavouras de Fries. A produtividade por hectare, que havia sido de 75 sacas, em média, na safra passada, caiu para 58,8. Ele conta que havia a possibilidade de compensar parte da perda com preços melhores, o que não ocorreu. “Quando fiz as vendas no mercado futuro, em novembro, vendi apenas o necessário para cobrir os custos, pois achava que, em razão da guerra comercial, os preços iriam subir. Não foi uma boa aposta”.

O produtor Emílio Kenji Okamura, presidente da Cooperativa Agrícola de Capão Bonito (SP), teme pelo escoamento mais lento da soja para o porto. “Nossa cooperativa tem capacidade para 600 mil sacas e os silos estão lotados. Muitos não quiseram vender acreditando que a briga dos EUA com os chineses ia longe, mas Donald Trump amenizou e já tem soja de lá sendo levada para a China.”

“Quem vendeu antecipado conseguiu até R$ 80 a saca, mas muito produtor preferiu esperar e agora o preço oscila entre R$ 71 e R$ 72. Ninguém sabe como o mercado vai ficar nos próximos meses, o que torna difícil um planejamento”, diz Okamura.

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En Paraguay regalarán chipas en Semana Santa para incentivar el turismo

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Tradicionalmente en Paraguay cada Miércoles Santo es un día en el que se prepara la tradicional chipa para compartir con toda la familia e inclusive con vecinos.

Esta tradición pasó de generación en generación hasta nuestro días; es por ello que Coronel Bogado, la Capital Nacional de la Chipa está organizando la segunda edición del “Chipá Apó”.

La actividad consiste en la elaboración de chipa y que todos los que transitan la Ruta 1 puedan probarlas en su paso por Coronel Bogado. Para el efecto están involucradas todas las chiperias de la ciudad y participan autoridades, estudiantes y voluntarios que desean hacerlo.

Vale mencionar que para cada Semana Santa, los chiperias bogadenses levantan pedidos de todo el país de aquellos que se encuentran imposibilitados de fabricarlas o simplemente no quieren dejar pasar la ocasión para saborear de la misma.

En 2018, centenares de transeúntes que pasaban casualmente por esta ciudad tuvieron la posibilidad de saborear la chipa de Coronel Bogado, por lo que se aguarda que este año la cantidad de personas incremente.

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Abdo defiende su gestión y anuncia leyes contra lavado

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El presidente de la República, Mario Abdo Benítez, defendió ayer su gestión al frente del Ejecutivo, salió al paso de las quejas por sus constantes viajes al exterior y anunció el envío al Congreso de un paquete de leyes que apuntan al combate al lavado de dinero.

Fue tras su retorno de Chile, luego de participar de una cumbre con otros jefes de Estado para dar nacimiento a Prosur, organismo multilateral que dará fin a la Unasur.

El mandatario minimizó las críticas a sus reiteradas ausencias en el país pese al clima de ebullición social y dijo que en Paraguay “está todo bien”. Sostuvo que no existe ninguna crisis económica y enumeró sus logros.

“Estamos trabajando en todas la áreas. Tenemos mayor cantidad de licitaciones adjudicadas en toda la era democrática. Acordamos con Brasil construir 3 puentes después de 50 años. Vamos a generar un debate sobre la nueva cuestión tributaria. Tenemos desaceleración, no crisis. Ojalá que la gestión pública y la inversión privada nos acompañe para que ese crecimiento sea mejor. Después de tres años aumentó la importación de carne. Paraguay no está mal, no es un logro solo de este gobierno, hay una disminución del consumo por el efecto recesivo de nuestros vecinos. Estamos avanzando hacia la renovación de la Justicia. No se eligen por pactos sino designar a los mejores. Nosotros estamos satisfechos por el avance que hemos tenido”, exclamó el titular del Ejecutivo.

En ese sentido, Abdo agradeció el apoyo recibido por el Congreso Nacional, pese a las diferencias.

“Yo tengo que agradecer a pesar del debate interno que hemos tenido un gran apoyo de los partidos políticos, no me quejo del apoyo hasta hoy no solo del Partido Colorado sino de todos los partidos. Se aprobaron muchos créditos multilaterales, creemos que se está haciendo un trabajo coordinado entre el Ejecutivo y el Legislativo. Las diferencias es algo natural en toda democracia dinámica. El debate debe enriquecer. Los otros sectores tienen el derecho a proponer alternativas y debemos”, sostuvo.

Paquetes. El mandatario se refirió también al paquete de leyes antilavado, narcotráfico y anticontrabando que el Ejecutivo debe enviar al Congreso, dos de los cuales fueron postergados en su estudio el pasado jueves en el Congreso, justamente en espera de otros dos proyectos.

“En un mes más estaremos enviando, queremos hablar con los congresistas, estamos conversando con todos, yo sé que esto va a generar un gran debate al interior del Congreso Nacional. Se están remitiendo de a poco, van a llegar de vuelta otros dos proyectos más. hay algunas recomendaciones y cuestionamientos”, añadió. UH

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