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Envidian a modelo pynandi por ser natural

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¡Esposiblena! En el mundo farandulezco hay un vicio de parte de algunas señoritas con respecto a los retoques estéticos para lucir cueronas, logrando llamar la atención de la muchachada en las redes sociales y ser tapa de los diarios.

Pero están aquellas que recibieron la bendición de Ñandejara de ser lindas por naturaleza, y una de ellas es la modelo pynandi, Laury Rodríguez, esta bella mujer de Mbokajaty, Ñemby, es de esas mujeres que por más que le metan lomito árabe con papas fritas no engordan y continúan acentuando sus delirantes curvas.

Esto le trae un pequeño problema, contó la bella: “Yo no tengo cirugías, ni una sola, mi cuerpo es lo que la vida me dio. Las chicas no creen cuando me ven y eso genera envidia, yo me doy cuenta que algunas me hablan y algunas preguntas son medio incómodas porque algún defecto me quieren encontrar. Yo no tengo la culpa de tener este cuerpazo”.

Agregó que algunas doñas quedan sorprendidas al verla en la despensa de su barrio y le piden que le cuente su secreto.

“Yo soy una chica sencilla, las personas que me conocen saben eso, me gusta andar por mi barrio y algunas vecinas me preguntan qué hago para tener este físico. La verdad que no hay secreto, cuidarse en la comida, tomar mucha agua y al menos salir a caminar. No lo hagan para complacer a los demás, hagan por ustedes, para sentirse seguras”.
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Mujer publicó por error su video erótico en redes

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BULGARIA. Hay que tener cuidado con lo que se sube en redes sociales, para muestra vale un botón, ya que una mujer por error publicó en Facebook un video erótico dedicado a su esposo, perdió a su familia luego de que el clip se hiciera viral al ser compartido por varios usuarios.

Al estar su esposo lejos por cuestiones de trabajo, la mujer decidió grabar el video erótico para enviárselo a su esposo, quien en ese momento residía en Inglaterra; sin embargo, algo salió mal y por error se fue directo a su red social.

La mujer, originaria del pueblo de Valkosel, en la ciudad de Túhovishta, al suroeste de Bulgaria, le pareció extraño que su esposo no respondiera a tan explícito video, por lo que investigó, hasta que se dio cuenta de la metida de pata, así que lo borró de su red social, pero tarde, pues el video ya había sido compartido.CRONICA

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#ÚltimoMomento Cae puente en #NuevaLondres

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El hecho ocurrió en la tarde de este domingo en la compañía La Novia de la ciudad de Nueva Londres, departamento del Caaguazú, donde cayó el puente.

Según informan los lugareños al medio ovetense Prensa 5 , un camión de gran porte habría cruzado el puente de madera que cayó en el lugar, el conductor del camión salió ileso del percance.

Fuente y Fotografías: Página PRENSA 5 DIGITAL.

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Produtores do Brasil temem sobra de grãos com acordo entre China e EUA

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Receio é que Pequim passe a priorizar produtos agrícolas americanos, em detrimento dos brasileiros24 de março de 2019 às 09:03 
Por Estadão ConteúdoCompartilhe:TwitterFacebookGoogle PlusLinkedInE-mail

Soja no porto exportação
Foto: Governo Federal

Um eventual acordo entre China e EUA colocando fim à guerra comercial já causa tensão no setor agrícola brasileiro. “E a preocupação é grande, não é pequena, não”, diz o diretor-geral da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), Sergio Mendes.

O receio é que Pequim passe a priorizar os produtos agrícolas americanos em detrimento dos brasileiros. Desde a trégua anunciada pelos dois países em dezembro, as vendas de soja dos EUA para a China subiram.

Em 2018, o Brasil foi um dos maiores beneficiados pela guerra travada entre os dois países. O país exportou 82,8 milhões de toneladas de soja, alta de 21% ante 2017. “Os números de 2018 são completamente fora da curva. Vendemos sem concorrência e a guerra comercial foi preponderante”, afirma Mendes.

A Anec estima exportar 70 milhões de toneladas neste ano, volume que pode diminuir se o acordo entre China e EUA for muito favorável aos americanos. Os EUA estão com estoque alto de soja e poderiam vender para a China já neste primeiro semestre, concorrendo com Brasil e Argentina – a safra dos países da América do Sul é no começo do ano, enquanto a americana é no segundo semestre.

Da soja exportada pelo Brasil, 82% foram para a China, quase dez pontos percentuais a mais que em 2017. Segundo Mendes, como a China compra quase a totalidade da produção brasileira, o país não terá para onde destinar seus grãos caso os orientais reduzam suas importações.

O produtor Valdir Edemar Fries, de Itambé (PR), calcula que vai exportar 21% a menos neste ano. Ele ainda não estimou a perda em receita, mas acredita que superará esse percentual. “Além de ter produzido menos por causa da estiagem, o acordo branco (informal) entre China e EUA já afeta a cotação. Há dez dias a soja estava a R$ 71 a saca. Hoje, não passa de R$ 67,50”. Na safra 2017/2018, Fries conseguiu média de R$ 72,50 por saca.

A estiagem que afetou a produção de soja no Paraná, segundo maior produtor brasileiro, atingiu também as lavouras de Fries. A produtividade por hectare, que havia sido de 75 sacas, em média, na safra passada, caiu para 58,8. Ele conta que havia a possibilidade de compensar parte da perda com preços melhores, o que não ocorreu. “Quando fiz as vendas no mercado futuro, em novembro, vendi apenas o necessário para cobrir os custos, pois achava que, em razão da guerra comercial, os preços iriam subir. Não foi uma boa aposta”.

O produtor Emílio Kenji Okamura, presidente da Cooperativa Agrícola de Capão Bonito (SP), teme pelo escoamento mais lento da soja para o porto. “Nossa cooperativa tem capacidade para 600 mil sacas e os silos estão lotados. Muitos não quiseram vender acreditando que a briga dos EUA com os chineses ia longe, mas Donald Trump amenizou e já tem soja de lá sendo levada para a China.”

“Quem vendeu antecipado conseguiu até R$ 80 a saca, mas muito produtor preferiu esperar e agora o preço oscila entre R$ 71 e R$ 72. Ninguém sabe como o mercado vai ficar nos próximos meses, o que torna difícil um planejamento”, diz Okamura.

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