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Tio degolou e arrancou seios de jovem no Paraná

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Preso pela Polícia Civil de Cerro Azul, na região metropolitana de Curitiba, Agrevil do Carmo Santos, 50 anos, contou na manhã deste sábado (13) por que matou a sobrinha Janaína de Fátima de Matos, 21 anos, com golpes de faca dentro da casa da família.
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Segundo ele, o crime foi motivado pela notícia de que Janaína iria casar. “Eu não queria que ela fosse embora. Ela era uma boa companhia”. O agricultor contou que a jovem morava na casa dele há quatro anos para trabalhar e estudar. Os pais moram na localidade de Ribeirão do Veado a 12 km de Cerro Azul. Na semana passada, a garota anunciou que começaria a se mudar para a casa do noivo, em Rio Branco do Sul. O casal trabalhava em uma rede de lojas de departamentos e iria se casar. Segundo a Polícia Civil, o homem mantinha um ciúme doentio pela sobrinha e ficou inconformado com a saída dela de casa. “Fiz porque gostava muito dela. Não queria que ela fosse embora. Gostava muito da companhia dela.
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Não sei porque eu fiz isso. Me deu um apagão, estou arrependido, acabei com a minha vida. Quero pedir perdão para a família dela, mas sei que eles nunca vão me perdoar”, disse o assassino.
A esposa dele e os dois filhos estão estarrecidos com o que aconteceu. O tio detalhou o crime e demonstrou frieza ao relatar o passo a passo. Ele contou que premeditou o assassinato, esperou que ela fosse almoçar em casa em um diz que ninguém estivesse.
Segundo a polícia, ele tentou simular um assalto levando dinheiro e o celular da garota. Segundo ele, não houve tentativa de se defender porque Janaína foi golpeada pelas costas no momento em que levava roupas na lavanderia. Ele a golpou diretamente no pescoço, para matá-la, segundo depoimento.
Depois, cortou os dois seios e separou para ele.

Uma garrafa pet e uma bacia foram usadas para limpar todo o sangue. O corpo dela foi arrastado para o quintal e o tio queria que parecesse um latrocínio, já que deixou três notas de R$ 50 próximo da garota morta.
Por último, foi até um rio arremessar o que teria sobrado.
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“Joguei os dois seis no rio junto com o celular dela. Os seios dela eram bonitos”, disse. Frio, o tio acompanhou todo o trabalho da equipe de perícia e do Instituto Médico Legal (IML).
“No velório servia café para as pessoas, chorou com o noivo e chegou a pedir para a polícia que prendessem quem teria feito isso com ela”, contou o investigador Rodrigo Augusto. Na manhã de hoje (13), o homem foi levado ao rio onde teria jogado partes da garota e o celular, mas nada foi levado. Uma multidão em frente à delegacia aguarda a transferência de Agrevil ao Centro de Triagem (CT) da Penitenciária de Piraquara.

Fonte: Marechal News

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